segunda-feira, 31 de maio de 2010

Educação

Menos caridade, mais educação -
por Rita Franci Mendonça*




Click para ler algo muito importante sobre a educação:


http://filosofarpreciso.blogspot.com/2010/04/menos-caridade-mais-educacao.html

terça-feira, 25 de maio de 2010

Depoimento da Deputada Cidinha Campos

video

Pois é.
Arnaldo Jabor

O Brasil tem milhões de brasileiros que gastam sua energia distribuindo ressentimentos passivos.
Olham o escândalo na televisão e exclamam 'que horror'.
Sabem do roubo do político e falam 'que vergonha'.
Vêem a fila de aposentados ao sol e comentam 'que absurdo'.
Assistem a uma quase pornografia no programa dominical de televisão e dizem 'que baixaria'.
Assustam-se com os ataques dos criminosos e choram 'que medo'.
E pronto!




Pois acho que precisamos de uma transição 'neste país'.
Do ressentimento passivo à participação ativa.
Pois recentemente estive em Porto Alegre, onde pude apreciar atitudes com as quais não estou acostumado,
paulista/paulistano que sou.
Um regionalismo que simplesmente não existe na São Paulo que, sendo de todos, não é de ninguém.
No Rio Grande do Sul, palestrando num evento do Sindirádio, uma surpresa.
Abriram com o Hino Nacional.
Todos em pé, cantando


Em seguida, o apresentador anunciou o Hino do Estado do Rio Grande do Sul.
Fiquei curioso.
Como seria o hino? Começa a tocar e, para minha surpresa, todo mundo cantando a letra!
'Como a aurora precursora /
do farol da divindade, /
foi o vinte de setembro
/ o precursor da liberdade '

Em seguida um casal, sentado do meu lado, prepara um chimarrão.
Com garrafa de água quente e tudo.
E oferece aos que estão em volta.
Durante o evento, a cuia passa de mão em mão, até para mim eles oferecem.
E eu fico pasmo.
Todos colocando a boca na bomba, mesmo pessoas que não se conhecem.
Aquilo cria um espírito de comunidade ao qual eu, paulista, não estou acostumado.
Desde que saí de Bauru, nos anos setenta, não sei mais o que é 'comunidade'.


Fiquei imaginando quem é que sabe cantar o hino de São Paulo.
Aliás, você sabia que São Paulo tem hino?
Pois é...
Foi então que me deu um estalo.
Sabe como é que os 'ressentimentos passivos' se transformarão em participação ativa?
De onde virá o grito de 'basta' contra os escândalos, a corrupção e o deboche que tomaram conta do Brasil?
De São Paulo é que não será.
Esse grito exige consciência coletiva, algo que há muito não existe em São Paulo. Os paulistas perderam a capacidade de mobilização.
Não têm mais interesse por sair às ruas contra a corrupção.

Algo me diz que mais uma vez os gaúchos é que levantarão a bandeira.
Que buscarão em suas raízes a indignação que não se encontra mais em São Paulo.
Que venham, pois.
Com orgulho me juntarei a eles.
De minha parte, eu acrescentaria, ainda:
'...Sirvam nossas façanhas, de modelo a toda terra...'



Jabor entendeu bem o espírito do Povo Gaúcho, lutar pela verdade, seus costumes e principalmente por seus valores morais. Nossa História não pode ser varrida do mapa por ações de alguns ignorantes e pobres de espírito que não sabem o valor da vida; Não sabem nada sobre o valor dos princípios básicos da vida Honestidade, Dignidade e Lealdade. Procuram em tudo tirar vantagens, pois um dia um idiota disse que era a Lei do Gerson e ficou tudo nesta gracinha. Gosto de nossa raça que não se vangloria com gracinhas e da pura demonstração de bravatas, que são só apelação dos que não sabem falar de assuntos sérios, porque não são sérios. Brincadeiras e gracinhas a parte. Agora até os jogadores de futebol, que antes tinham uma mensagem séria, hoje parecem uns débeis mentais de dedinho na boca,e dancinhas bobinhas... Teimo em levantar estas questões. Teimo porque não sei e não quero viver uma vida sem dignidade, onde qualquer um possa me mostrar uma ficha suja e chega um defensor que prometeu na sua formatura defender a verdade e o direito e dá desculpas porcas, mentirosas. Cuidado povo Gaúcho: Povo que não tem virtudes acaba por ser escravo, e de quem???

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Calçadas II

Calçadas, lixo, acessibilidade? Numa calçada de quatro lajotas, duas são usadas para colocar lixo de uma Casa Noturna, mais adiante continua com o lixo dos moradores de rua, uma é rebaixamento para entrada de carro e sobra para os passantes uma lajota. E neste mesmo espaço, muitas estão soltas.
Afinal de quem é a responsabilidades pelas calçadas?
Quem deveria fiscalizar o direito de ir e vir?
E se o quem precisa passar pela rua, usar cadeira de rodas ou muletas?
Afinal é permitido este lixo na rua?
Os moradores de rua podem deixar suas “tralhas” nas calçadas?
O lixo das casas noturnas, durante todo o feriado, pode ficar depositado na calçada?
Não tem um serviço que venha buscar esse lixo?
Quando falo em calçadas cheias de lixo, falo de um estabelecimento noturno que coloca seu lixo na rua, fora o que eles deixam no pátio, isto tudo, soltando líquidos e juntando bichos. Estamos a cinqüenta metros de um Hospital Materno Infantil e toda esta sujeira depositada assim...
Não existe um órgão que cuide disto?
Temos que respirar estas sujeiras?
Todos temos que nos vacinar contra gripe. O virus pode estar no ar.
Que ar? Ao passar por este pedaço de quadra, sempre tenho ânsia de vômito, tal o cheiro. O que está neste “ar”?
Querem colocar fraldinhas nos cavalos?
E esses mendigos? Que fazem todas sua descargas intestinais em nossas calçadas?
Fora o que os mocinhos das casas noturnas fazem nas esquinas. Contado num fim de semana foram 15 a urinar na esquina. Pela manhã escorria esta sujeira com o cheiro repugnante. Isto na esquina do Hospital.
Querem mais?
No último fim de semana a luz da entrada do Hospital estava fechada. Notava-se junto à porta, luzinhas que acendiam e apagavam? Como não era Natal, poder-se-ia dizer que era craque?
- Nããããããoooo , imagina!!!! Aqui não há drogas....nem bêbados...todos educadinhos.

Pois, amigos , não estavam a oitenta metros do Hospital , estavam na PORTA DO HOSPITAL MATERNO INFANTIL PRESIDENTE VARGAS.
Pergunto, para que mais leis, se as que existem não são obedecidas...
Para que leis, se sempre há desculpas.
Para que lei , se já se sabe que não existe fiscalização.
Para que estamos votando e pagando, para as pessoas fazerem leis???

Só estamos pedindo que se cumpram as que aí estão:

Lixo dos Moradores de rua?

. *LEI COMPLEMENTAR Nº 12
INSTITUI POSTURAS PARA O MUNICÍPIO DE
PORTO ALEGRE E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS
TÍTULO II
CAPÍTULO I
DOS LOGRADOUROS PÚBLICOS
IX - EMBARAÇAR OU IMPEDIR, POR QUALQUER MEIO, O LIVRE
TRÂNSITO DE PEDESTRES OU VEÍCULOS NOS LOGRADOUROS PÚBLICOS;
PENA: MULTA DE 14,00 A 21,00 URMS
Cobrar de quem?

E o lixo dos estabelecimentos noturnos?


ART. 26 – AS ÁREAS DO PASSEIO PÚBLICO FRONTEIRIÇAS AO LOCAL
DO EXERCÍCIO DÀS ATIVIDADES COMERCIAIS DEVERÃO SER
MANTIDAS EM PERMANENTE ESTADO DE LIMPEZA E CONSERVAÇÃO
PELO RESPONSÁVEL DO ESTABELECIMENTO. MULTA DE 59,3905 a
118,7810 UFMS.

E o lixo deixado pelos catadores?
LEI COMPLEMENTAR Nº. 234/90
CÓDIGO DE LIMPEZA URBANA ART. 43 – CONSTITUEM ATOS LESIVOS À LIMPEZA URBANA:
I – DEPOSITAR, LANÇAR OU ATIRAR, NOS PASSEIOS, VIAS OU
LOGRADOUROS PÚBLICOS, PAPÉIS, INVÓLUCROS, EMBALAGENS OU
ASSEMELHADOS QUE CAUSEM DANOS À CONSERVAÇÃO DA LIMPEZA
URBANA. MULTA DE 2,3756 a 11,8781 UFMS;
II – REALIZAR TRIAGEM OU CATAÇÃO NO LIXO DISPOSTO EM
LOGRADOUROS OU VIAS PÚBLICAS, DE QUALQUER OBJETO,
MATERIAL, RESTO OU SOBRA, SEJA QUAL FOR SUA ORIGEM. MULTA
DE 11,8781 a 23,7562 UFMS;

E a acessibilidade?
Como fica os cadeirantes e os com deficiência visual? Como vão passar por estes estreitos caminhos?
...O DECRETO FEDERAL 5.296/ 04, A ABNT NBR 9050/ 04 E A LEI MUNICIPAL 8.317/ 99 SÃO
ALGUNS DOS DISPOSITIVOS QUE GARANTEM A PROMOÇÃO DA ACESSIBILIDADE ÀS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
OU MOBILIDADE REDUZIDA
LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO
TÍTULO V
DO DESENVOLVIMENTO URBANO E DO MEIO AMBIENTE
CAPÍTULO IV
DO USO E PARCELAMENTO DO SOLO URBANO E DA POLÍTICA FUNDIÁRIA
ART. 220 - O PODER PÚBLICO PROPICIARÁ CONDIÇÕES QUE FACILITEM ÀS PESSOAS
PORTADORAS DE DEFICIÊNCIA FÍSICA A LOCOMOÇÃO NO ESPAÇO URBANO.

Aí perguntamos: - Então o que fazer? Os moradores desta região, muitos com idades avançadas, encontram nas ruas, abarrotadas de lixo, uma armadinha, onde qualquer um pode cair e bem sabemos na dificuldade de muitos em se recuperarem. Temos na esquina um hospital, Presidente Vargas, que atende grávidas e crianças e todos têm que conviver com esta sujeira e desrespeito. Como algumas crianças com deficiências e doentes se comportarão diante dessas cenas?
Qual o direito dos portadores de deficiência física?
Como uma cadeira de rodas pode ser conduzida por este espaço reduzido e por esta sujeira ?
Como um deficiente visual poderá achar um caminho por esta sujeira?

É lamentável ver o que se tornou esta Avenida, que tanto representa para nossa História. Os idosos poderiam, nesta fase de suas vidas, passear, curtir um sol, olhar vitrinas, tomar um cafezinho, sentar num banco da praça, ir e voltar tranquilamente das missas, shopping, cinemas ... Mas tudo isto que se chama de lazer, para eles representa risco. Todos aqui têm medo, todos vivem em tensão e isto resulta para todos, problemas de saúde.



Para a Independencia novamente sorrir!!!!

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Calçadas




Buracos nas calçadas e lajotas soltas

Passo pela Rua Santo Antônio e fico espantada da quantidade de buracos e lajotas soltas. Estamos sempre reforçando, o fato dos moradores destas ruas, serem de idade avançada e termos amigos, que precisam circular em sua cadeira de rodas ou muletas e nestas ruas estão sempre no limite do perigo.
Hoje no centro de Porto Alegre, junto a Praça Otavio Rocha, presenciei um rapaz que desavisado, enfiou o pé num buraco na calçada. O pé virou e ele se jogou no chão, de dor. Pessoas tentaram ajudá-lo, perguntaram se ele queria uma ambulância, mas ele não quis e conseguiu se levantar se apoiado em pessoas que tentavam ajudar. Seguiu caminhando, mesmo mancando.

E aí ficou uma dúvida: de quem a responsabilidade por este acidente? A pessoa, por não conhecer todos os buracos de Porto Alegre? O dono da calçada? Mas quem é o dono da calçada? E no caso, dos nossos mendigos que deixam casca e urina? E se alguém escorregar? Quem é o responsável por esse acidente? E se for numa praça, como neste caso? Se uma pessoa escorregar e cair, por defeito na calçada, existe indenização? Quem paga? O seguro? Morador de rua, tem seguro? Ou nós temos que ter um seguro para nos ajudar nestas horas? E se a pessoa, pelo fato de estar acidentada, não comparecer ao trabalhar? Quem paga este prejuízo?
E se agora ela se fizer de valente, caminhar e amanhã o caso ficar grave? Ficar mancando? Como provar que foi desta queda?
Existe indenização por estes danos? Temos que recorrer ( pagar) e usar os serviços de um advogado? Precisamos de testemunhas? Temos que esperar o socorro no local? E se o socorro, achar que o caso não é grave ou urgente?

Quais nossos direitos? O que diz a lei?

Não seria mais fácil fiscalizar e arrumar as calçadas?
Não é mais fácil e barato prevenir do que remediar?

segunda-feira, 12 de abril de 2010


Morcegos invadem a Independência

16 de março de 2010 - Blog do ZH Moinhos

Por Marília Costa Cardoso

Devido à invasão dos morcegos nos edifícios junto à Independência, procuramos a veterinária da Pet Shop Sapequinhas, na Rua Garibaldi, Luciana Bronzatti, para nos orientar. Ela fez uma pesquisa que repartiremos com todos os que estão sentindo este problema.
Segundo ela, no fim de fevereiro e no mês de março é quando ocorrem deslocamentos deles para as cidades. Os morcegos são os únicos mamíferos voadores, que, ao entardecer e à noite, saem à procura de alimento. Eles se alimentam de pequenos insetos, outros de frutas, e os hematófagos (que vivem em cavernas e nos campos), de sangue de animais. Vivem em média 15 anos, gerando um filhote por ano. A maioria dos morcegos não são nocivos, não atacam. Como são cegos, orientam-se por ondas sonoras, daí seu “guincho”.

Perigos dos morcegos:
- Raiva: transmitida por mordeduras ou lambeduras (só pelos hematófagos).
- Histoplasma: doença respiratória, causada por um fungo (Histoplasma capsulatum). Ela pode acometer não só o homem como também outros mamíferos. Isto se dá pela inalação de partículas dos fungos presentes nas fezes desses animais e que se espalham como poeira.
Os morcegos são protegidos por lei, pois eliminá-los provocaria uma desarmonia no sistema ecológico.

Como prevenir a presença de morcegos:
- Iluminar áreas externas das residências.
- Vedar vãos de aparelhos de ar-condicionados, janelas e buracos.
- Fechar sótãos e porões pouco usados, que podem se transformar em alojamento de colônias.
- Ao entardecer, feche bem todas as janelas e persianas. Eles costumam entrar pelo vão que fica. Quando estão abertas, alojam-se na caixa da persiana. Como esta caixa é interna, de certa forma, eles ficam dentro de seu apartamento. Cuidado!

O que fazer quando encontrar morcegos:
- Não os provoque.
- Afaste pessoas e animais onde o morcego se instalou.
- Evite entrar em contato com ele, sem proteção:luvas, cabeça,braços e pernas cobertas.
- Deixe ele se acomodar num canto.
- Chame uma pessoa que saiba capturá-lo.
- Mesmo no caso de um morcego morto, evite o contato com o animal.

Outros cuidados:
- Não jogue as fezes dos morcegos na rua. Lembre-se que podem contaminar os passantes.
- Ao limpar as fezes das janelas, use luvas e um pano no rosto (ou máscara).
- Passe um desinfetante.
- Espalhe vários saquinhos de pano contendo canela, um repelente natural.
- Não deixe seu gato ou cachorrinho ficar nestas janelas sujas de fezes. Eles também podem ser infectados.
- Lembrem-se, eles estão procurando a cidade, devido ao desmatamento desenfreado de suas áreas naturais.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Na esquina


Escurecia...
Esquina da Rua Garibaldi com a Avenida Independência...
Voltava do super...
De repente, pedras voando... Briga de um “casal de moradores de rua”. O homem estava com todas as suas tralhas depositadas na Independência 650. A sua “namorada”, do outro lado da rua, jogava nele, pedras e garrafas e retirava enormes pedras do calçamento do Hospital Presidente Vargas e jogava...As pedras raspavam nos carros , nas pessoas , nas crianças que saiam do hospital e batiam nas vitrinas das lojas...Cena de filme de terror. Tal o aspecto daqueles dois doentes, drogados e bêbados atirando pedras e garrafas.
Ouvi um grito forte, atravessei a rua, junto chegou o vigilante do hospital: Uma menina com Síndrome de Down, juntamente com sua mãe, que aquela hora voltavam do trabalho, se depararam com esta cena. A menina paralisou, bem no meio desta guerra de pedras, gritava de medo, desesperada, vomitava. A mãe tentava socorro com a polícia ...nada...socorro de passantes....nada...Moradores de suas janelas viam a cena e pediam ajuda ...nada.
Os dois marginais seguiram até a Rua Sto. Antônio, com este show de pedras e vandalismo...
Ao passarem por um senhor que estava na rua passeando, com seu cachorrinho, este os mandou irem adiante... O marginal recolheu pedras num entulho e jogou neste morador... Houve um revide e correria.
Mais tarde, os vigilantes de um estabelecimento noturno, avisaram ao senhor que ele não saísse, pois o “ morador de rua” estava com mais dois e gritando que iriam “pegar o velho da boina”.
Patético...


Moradores de Rua”, diz a FASC : - Que se não querem ir ,não podem ser encaminhados...
Pelo jeito eles tem mais direito que nós...Andamos limpos...saímos cedo para trabalhar...Não ameaçamos ninguém...pagamos impostos...Não usamos drogas...e podemos a qualquer hora ser atingidos por uma pedrada...

Eles não trabalham, trazem sujeira, doenças, espalham seus lixos, nos impedem de andar livremente, fazem suas necessidades nas calçadas, dormem durante o dia... nos ameaçam...e se nos matarem, nada acontece , afinal, coitadinhos, tem direitos...

Sociedade com inversão de valores.





Mas temos que ver o seguinte: se existe uma Fundação para trabalhar com estas pessoas, que trabalhem , que achem uma solução, pois é muito fácil dizer que eles não querem ser ajudados. Levem eles para triagem, cadastrem e encaminhem...Deixá-los na rua, doentes ,loucos, bêbados, drogados, por que eles querem é mesmo que deixá-los para morrer ou matar...
E ao cidadão digo: - Cuidado, pois o perigo “mora” ao lado...

Escrevi este texto e deixei gravado, mas hoje lendo uma notícia, resolvi mostrar.
Notícia:




O Movimento Aquarela da População de Rua (MAPR) apresentou ontem , à Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembléia Legislativa, ações na luta pelos direitos dos moradores de rua. A Política Nacional da População em situação de rua , defendida pela organização, vem de um grupo de trabalho interministerial no governo federal criado em 2005. Dentro das ações, está prevista a criação do Centro Nacional de Defesa dos Direitos dos Moradores de Rua, com missão de receber denúncias de violência ou discriminação. - notícia divulgada em 22 de janeiro de 2010.
Sem palavras...